sexta-feira, 24 de outubro de 2008

parte dois, primeiro ato

Sexta-feira, primeira parte da segunda etapa da prova - concurso para Orientador de Arte Dramática.

Lá estamos nós. Dos cento e poucos inscritos, restam trinta e oito. E desses, oito não aparecem e quatro - pelo que consta - chegam atrasados e não podem entrar. Pelo vidro da porta vemos colegas esbaforidos chegando menos de cinco minutos atrasados e serem barrados. Não sei o quanto cada um ali apostou nisso, pôs suas fichas na possibilidade de uma nova carreira, mas é frustrante. No mínimo. E apesar das justificativas todas, da necessidade de não abrir precedentes, etc, fica aquele gostinho das "pequenas autoridades" no ar...
Entre o "jeitinho" e a exceção possível e humana, deve haver um caminho... Um meio termo possível.

Não, minha voz não se levantou. Menos por covardia que pela certeza da inutilidade do gesto. Traria apenas a sensação de que quis cometer um ato de heroísmo. Exibição.
Mas ficou ecoando aqui.

Prova interessante - um tanto subjetiva, não dá para saber se se foi bem ou não.
Perfil? Que perfil, se não se sabe ao certo as atribuições e o que se espera desse cargo?
Sabe-se lá. Tomara que não esperem gritos. Esse falhou.