
"... ao terminar, o Coronel Gerineldo Márquez contemplou as ruas desoladas, a água cristalina nas amendoeiras, e se encontrou perdido na solidão.
- Aureliano - disse tristemente no manipulador - está chovendo em Macondo.
Houve um longo silêncio na linha. De repente, os aparelhos saltaram com os signos desapiedados do Coronel Auleriano Buendía.
- Não seja boboca, Gerineldo - disseram os signos. - É natural que esteja chovendo em agosto."
Gabriel Garcia Márquez, Cem Anos de Solidão
2 comentários:
hey rené.
to louco pra ver a montagem.
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