
Último dia de "OZ", hoje.
Trabalhar livremente a partir do material de "O Mágico de Oz", sem a preocupação em ser fiel à história nem a contá-la em detalhes foi muito prazeiroso. E a trilha resgata um pouco da adolescência - não da Dorothy, minha, afinal ela não ouvia Pink Floyd - e dá um sabor de "volta para a casa" no sentido de um reencontro com o próprio passado...
Afinal, "não há lugar como o nosso lar"...
Um comentário:
Senti falta dos sapatinhos se batendo...
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