O atum é um peixe que vive dentro de latas.
Dizem que ele também surge cru, fatiado, em restaurantes japoneses, mas quanto à isso há controvérsias. O atum real, do qual não temos dúvidas quanto à existência, atende pelo nome de Gomes da Costa ou Coqueiro. Destes existem registros amplos e inegáveis, testemunhas oculares e ampla divulgação na mídia impressa e afins.
Como já foi dito anteriormente aqui, peixes em geral nos tornam mais inteligentes. Assim sendo, o atum não poderia deixar de constar como uma das mais importantes fontes de neurônios adjacentes do ser humano. Uma lata de atum produz cerca de 10 milhões de neurônios imediatamente após o consumo. Quando em óleo comestível há estudos que comprovam a elevação deste número em 12,83%, com a inconveniência deles serem apenas temporários, ou seja, possuem uma ação benéfica nas sinapses de cerca de 32 horas em média. Depois, são eliminados nas fezes (83%) e na urina (17%). O neurônio lipo-solúvel do atum em óleo comestível, entretanto, pode criar uma relação mais duradoura com o cérebro se consumido a cada 32 horas, onde estudos comprovaram que ao longo de um mês a concentração permanente ganha fôlego, aumentando em 25%.
Já o salmão, seu suposto rival entre os crus, são saudosos ao paladar, o que por si só estimula a glândula pineal. Mas a alta concentração de recordações que são produzidas pela degustação pode causar efeitos colaterais graves, especialmente quando da evocação da Vila Madalena.
Por isso, no momento, a OMS recomenda o atum.
Em lata.
Um comentário:
Sofro de excesso de neurônios, mas o que a Vila Madalena tem a ver com isso mesmo???
Preciso eliminar o atum da minha dieta....Ah, tá, o salmão não. rsrs
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