
Estava eu discutindo com um amigo há dias atrás sobre relações.
Ele tem uma postura um tanto quanto niilista da coisa enquanto que eu vivo fases que não posso chamar de "românticas" porque hoje em dia traduzir este adjetivo como "emo" não é muito difícil. E me desculpem os "emos" mas ser "emo" é um tanto quanto patético.
Ontem me veio na cabeça a idéia de que se o herói trágico enfrenta o destino mas no fundo possui a consciência de que vai se dar mal, de que esta é uma luta inglória, meu amigo na realidade possui uma concepção trágica do amor.
Coisas como "esperando o próximo erro".
Sabe que o pessimismo dele acabou se tornando mais substancioso?
Será que ainda dá tempo de cultivar uma concepção trágica das relações?
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